ONDE OS FRANGOS NÃO TÊM VEZ - CANTAGALO

Projeto antigo, que foi finalizado por Miguel Montenza e Mauro Chiara em 2018.  A via conta com quatro enfiadas, com paradas duplas a cada 30 metros, protegida por grampos de meia polegada e chapeletas pingo, mas possui um lance que pode ser protegido por uma ou duas proteções móveis.

O acesso para a via Onde os Frangos Não Têm Vez é através da segunda rua fechada a direita da Professor Gastão Bahiana, logo após a primeira rua fechada, que tem uma guarita da policia na esquina. No final da rua existe uma instalação da CEDAE com um portão/grade azul.

 

No lado direito dessa rua existe uma tubulação de ferro e algumas casas simples. Para entrar na trilha basta usar a tubulação como degrau e depois subir por uma escada de cimento que vai dar no quintal das casas. Como é uma área particular e existem cachorros no local, recomenda-se falar com os moradores antes de entrar.

No final do quintal de cimento existe um barranco com degraus improvisados, logo depois um terreno meio aberto e geralmente sujo, e na sequencia já é possível identificar a trilha com certa facilidade.

Em dado momento vai haver um grande bloco de pedra, com alguns grampos velhos, que deverá ser contornado pela esquerda e mais na frente será preciso subir pela direita, para depois virar para esquerda novamente na direção da calha de escoamento de chuva. Basta pular a calha e seguir até a parede, para depois seguir margeando a rocha pela direita na direção das contenções de concreto e da chaminé.

Vale ressaltar que a base da Onde os Frangos Não Têm Vez é compartilhada com as vias Calis e a Chaminé do Prego.

O início da primeira enfiada é o mesmo da Calis, que segue por uma aresta a esquerda da Chaminé do Prego até uma parada dupla. Essa enfiada tem cerca de 30 metros e é classificada como quinto grau.

 

A segunda enfiada é uma retinha vertical, muito bem protegida, classificada como VIIa. Nessa enfiada as agarras são relativamente pequenas e o grau de dificuldade pode aumentar caso algumas agarras sejam quebradas com a frequência.

 

A terceira enfiada é linda! Ela é negativa de agarras grandes e no final dela ainda tem um fenda perfeita, onde é possível usar uma ou duas proteções móveis. Depois da fenda é preciso fazer um movimento para esquerda e depois seguir reto até uma parada dupla em um buraco. 

A quarta enfiada segue em diagonal para a direita, passando por alguns buracos, para depois seguir em diagonal para a esquerda até o platô da palmeira. Essa enfiada meio que contorna o final da via Calis, terminado logo acima dela. 

 

O rapel pode ser feito pela própria via com uma corda de 60 metros, usando todas as paradas as duplas. 

Grau de Dificuldade: 7 VIIa E1 D1 120 metros

Conquistadores parte 1: Flávio Bagre, Arthur Estevez e Daniel Bonella

Conquistadores parte 2: Miguel Monteza e Mauro Chiara 

Ano da Conquista: 2018

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