DIEDRO TETRAMANON

O Diedro Tetramanom é uma conquista do Alexandre Portela, Mozart Catão e Sergio Tartari, no Santo Antônio Mirim, montanha localizada na entrada de Teresópolis. Para quem vai de carro, uma opção é estacionar na rotatória da BR 116, próximo ao Mirante do Soberbo e depois seguir caminhado pela Avenida Rotariana até o portão que demarca a entrada da cidade. Existe uma espécie de centro comercial nessa rotatória, com algumas lanchonetes, quiosques e estacionamento.

 

A entrada da trilha fica um pouco antes desse portão, perto de uma placa de trânsito, onde tem uma passagem na cerca e um córrego. Dá para ver o vestígio da trilha, que toca reto para cima durante aproximadamente 20 minutos, com alguns marcos de sinalização até a base do diedro. A via é relativamente curta, são apenas três enfiadas, mas vale muito fazer! Só é preciso ficar atento com os marimbondos, que gostam de ficar nas fendas, principalmente no verão quando eles estão mais ativos.

 

A primeira enfiada da escalada começa por uma cristaleira suja e com proteções fixas duvidosas, mas logo começam as fendas, onde é possível utilizar proteções móveis. Na sequencia a via segue por uma fenda para a direita, com movimentos delicados e estéticos, mas sempre havendo a possibilidade de colocar uma proteção móvel, finalizando em uma parada dupla na base do grande diedro. A primeira enfiada é provavelmente o crux da via, com um grau de dificuldade em torno do quinto grau, e foram utilizados alguns friends pequenos e um micro friend.

 

A segunda enfiada é o diedro, começa em oposição com o pé em aderência até chegar no piton, depois segue todo em móvel e muitos pontos de descanso, onde é possível parar confortavelmente e analisar a linha da via. Nessa enfiada tem um grau de dificuldade em torno do quarto ou quinto grau e foram usadas peças pequenas e médias, além de nuts. Logo após uma pequena árvore,  existe em um platô onde pode ser feita feita a P2 em móvel, utilizando o BD Camelot #.75, #1 e #2.

 

A terceira e última enfia da escalada continua pelo diedro, onde entram peças pequenas e médias, mas logo em seguida é preciso fazer uma grande horizontal para a direita, escalando por alguns frisos grandes até um grampo. Depois basta tocar para cima, passando por uma barriguinha com agarras grandes, e na sequencia fechar a via em uma parada dupla.

O rapel por ser feito com uma corda de 60 metros pela via ao lado, não tem mistério, basta descer em linha reta da P3 seguindo os grampos. Para repetir a via basta um jogo friends (ex: BD Camalot do .3 ao 2) e um jogo de nuts, mas algumas peças adicionais podem ajudar, principalmente por que a trilha é e o peso extra não será problema.

 

Grau de Dificuldade: 5º 

Ano da Conquista: 1987

Conquistadores: Alexandre Portela, Mozart Catão e Sergio Tartari

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